Frequentemente visitavam Antoninho dois frades com os quais se mantinha familiarmente em longa palestra, ou rezando o breviário.
Uma senhora amiga da família, sabendo disso, quiz vê-lo, pois sabia quanto era considerado pelos padres.
Deparando Antoninho naquele estado e recordando-se de um filho que morrera, não se conteve, pondo-se a chorar convulsivamente. Antoninho condoeu-se daquela mãe desolada e olhando-a com meiguice, externou algumas palavras cheia de grande afeição, terminando po pedir-lhe que não chorasse nunca mais pelo filhinho, porque ele estava no céu, contemplando Jesus.
Confortada com aquelas palavras que tinham tocado o coração, a senhora sentiu em toda a sua alma uma esquisita suavidade como se fora um bafejo divino.
Agradecimentos : Padre Olegário Barata
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